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Tive uma epifania ao ouvir Morais cantando-a. Lentamente abri uma porta pesada e te vi sentado, sereno, pernas cruzadas, nos pés teus chinelos e as mãos nos bolsos, na área externa dessa casa. Vento suave levanta as cortinas leves e você me vê chegar. Levanta e sorri tranquilo com tua boca bonita e teus braços de aconchego bem abertos.

Minha casa tem você. Vai ter violão também para que eu te cante:

***

“Eu prefiro rir quando vejo o homem sem resolver morar, comer, trabalho e lazer. Eu prefiro rir quando vejo o homem sem resolver aqui e quer ir a Marte.

Eu prefiro amar-te

Sou mais: A ciência vida, o estudo homem, o ofício amar.
Esporte e ar. Filosofia, filosofar. Navegar nas águas do Pacífico, Índico, Atlântico. Por mais que me chamem de
romântico. Romântico!

Eu prefiro mil vezes a arte
Eu prefiro,
eu prefiro.
eu prefiro.

Eu prefiro amar-te.”

(Luis Galvão e Morais Moreira)